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 PARQUES
 
Os parques e jardins da cidade guardam árvores centenárias, espécies vegetais exótica e nativas do RS e do Brasil. São espaços de sociabilidades e encontros, com equipamentos de lazer e recreação variados que convidam seu uso.
 
  Jardim Botânico
 

Situado no bairro do mesmo nome, o Jardim Botânico de Porto Alegre, em uma área de 43 hectares, junto à 3ª Perimetral, é um dos recantos mais tranqüilos da Capital.
Nele se encontram aprazíveis recantos com a flora nativa do sul do país, flora que é objeto de pesquisas por especialistas.
O visitante encontra no Jardim Botânico bromélias, orquídeas, cactos, begônias, lírios, íris, samambaias, entre outras espécies de vegetais. O arboreto tem cerca de 2.500 variedades, registradas e distribuídas pelas diferentes áreas do parque.
O Jardim Botânico mantém, ainda, um Banco de Germoplasma, um Banco de Sementes e um Viveiro de Mudas, com vendas ao ao público.
Em um lago, os visitantes, e principalmente as crianças, se divertem dando comida aos cágados e às carpas, enquanto que jovens casais e os pais com seus filhos curtem a beleza e quietude do local andando pelos vários caminhos e alamedas, em meio a uma vegetação exuberante.
No Jardim Botânico de Porto Alegre localiza-se o Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Estado do Rio Grande do Sul, onde são exibidos alguns fósseis, além de inúmeros vegetais e animais, que vivem ou viviam na
www.fzb.rs.gov.br

 
   
   
   
   
 
  Parque Farroupilha (Redenção)
 

Desde o surgimento da cidade de Porto Alegre existiu, em área próxima ao centro da cidade, um amplo espaço verde, denominado “Campo da Várzea”, que o Governador Paulo José da Silva Gama doou ao município, para ser utilizado como pouso das carretas que vinham do interior do estado.
A área, denominada “Campo da Redenção”, ficou praticamente abandonada, e somente em 1935 o local foi utilizado pela cidade, instalando-se aí uma exposição de grande porte, comemorativa ao centenário da Revolução Farroupilha. Encerrada a exposição, iniciou-se a construção daquele que hoje é um dos maiores e mais lindos parques da cidade.
Situado em local privilegiado, o Parque Farroupilha possui belos recantos, e uma excelente arborização, um lago, com pedalinhos, mini-zoológico, auditório, bicicletas e aluguel, “trenzinho” que faz passeios pelo parque, quadras de esporte, pista de atletismo e parque de diversões.
Em sua parte central, cortando-o de um lado ao outro, há uma larga avenida, ao centro da qual está um grande chafariz. Com um espelho dágua em uma das extremidades, e um imponente monumento na outra, erigido em homenagem aos soldados mortos na Segunda Guerra Mundial.
Aos domingos o Parque é invadido pela população, que passeia por seus caminhos interiores, jogam em seus gramados, ou se detêm na extensa feira de antigüidades e artesanato, que se instala na Avenida José Bonifácio, que margeia o Parque em um de seus extremos. Essa feira, denominada de “Brique da Redenção”, ou simplesmente “Brique”, é tradicional, sendo o ponto de encontro dos portoalegrenses nas ensolaradas manhãs de domingo.

 
   
   
   
   
 
  Parque Maurício Sirotsky Sobrinho (Parque Harmonia)
 

Com uma área de 65 ha, situado em aterro sobre o Rio Guaíba, próximo ao centro da cidade, o Parque Harmonia, hoje denominado Maurício Sirotski Sobrinho, em homenagem ao jornalista e empresário fundador do jornal Zero Hora, é destinado à recreação ativa e a atividades culturais regionalistas.
Nos fins de semana os portoalegrenses vão para o parque, utilizando as inúmeras churrasqueiras existentes no local, onde assam uma suculenta carne, à sombra das frondosas árvores ali existentes.
E no mês de setembro o parque se transforma em um enorme acampamento crioulo, onde estão presentes todos os piquetes e centros de tradição do estado. O cheirinho gostoso do churrasco é sentido por todos os cantos, enquanto que as sanfonas alegram fandangos onde gaúchos e prendas dançam a música tipicamente gaúcha, e os visitantes apreciam os torneios de laço que se realizam na cancha ali existente.
O parque tem sua história. Segundo nos conta o historiador Walter Spalding, no século passado foi aterrado um pequeno pedaço de rio, e ali, José Martins de Lima construiu uma praça romântica, metade em terra firme e metade dentro da água, com amurada e forte corrente de ferro como resguardo. Ao centro, no local da fonte, mandou erguer um chafariz feito de bronze, encomendado de Paris.
Contudo, em 1920 essa praça foi destruída para dar lugar ao canteiro de obras para a construção do cais do porto. Só mais tarde, no local, foi construído o atual parque, que não guarda semelhança com a antiga  “praça dos poetas e dos namorados”.
O nome “Harmonia”, foi dado à antiga praça pela destruição da forca que ficava bem defronte à escadaria da Igreja Nossa Senhora das Dores. Posteriormente a praça passou a chamar-se Martins de Lima, em homenagem a seu criador. Depois, em 1930, seus vestígios passaram a se denominar Praça 3 de Outubro, como lembrança da Revolução de 30, iniciada em suas proximidades.
No local há uma churrascaria típica gaúcha, com show de danças regionais, muito procurada pelos turistas e tradicionalistas.

 
   
   
   
   
 
  Parque Marinha do Brasil
 

Situado entre a Av. Borges de Medeiros e o Rio Guaíba, o Parque Marinha do Brasil é um dos maiores e mais bem equipados da cidade.
Possui canchas de esportes, como futebol, volei e basquete, e pistas de sckate, patinação, ciclismo, atletismo, equipamento de ginástica, não faltando, uma praça infantil. Por isso é ele procurado por grande número de pessoas, principalmente nos fins de semana, quando fica repleto de portoalegrenses, que ali praticam seus esportes, andam com suas bicicletas, correm ou simplesmente fazem caminhadas.
Construído em um aterro feito há décadas atrás sobre o Rio Guaíba, o Parque Marinha do Brasil, batizado com esse nome em homenagem à Marinha Brasileira, hoje está arborizado, possuindo inclusive uma alamenda por onde se caminha em dia de verão ao abrigo da sombra de copiosas árvores.
No Parque existe ainda um espaço destinado a cerimônias, cívicas, um parque de diversões e lagos, que lhe emprestam rara beleza.
Por volta de 1996, quando se realizou em Porto Alegre a 1ª Bienal do Mercosul, foram instaladas, em local privilegiado do Parque, diversas esculturas de concepção moderna, que ainda hoje podem lá se encontram e podem ser admiradas.
Mas o melhor de tudo é o calor humano, que se irradia na vasta extensão do Marinha do Brasil, um parque voltado para a população, cheio de oportunidades de laser.
Junto ao Parque encontra-se um dos maiores e melhores shoppings da cidade, o Praia de Belas, ponto de encontro dos moradores da zona sul da cidade. Ao sul do Parque estão o estádio de futebol e o ginásio do Sport Clube Internacional, conhecidos por Gigante da Beira Rio, e Gigantinho, respectivamente.

 
   
   
   
   
 
  Parque Moinhos de Vento (Parcão)
 
Localizado entre as avenidas Mostardeiro, 24 de Outubro e Goethe, o Parque Moinhos de Vento, conhecido vulgarmente como "Parcão", foi construído no local onde antigamente situava-se o Hipódromo da capital. Sua conclusão ocorreu em 1974. Tem 15,5 hectares, onde os moradores do sofisticado bairro do Moinhos de Vento fazem suas caminhadas ou exercitam-se nas pistas de patinhação, ou nas várias quadras esportivas. Há também uma biblioteca infantil.
O parque tem um belo lago, com patos e marrecos, e uma réplica dos antigos moinhos de vento que existiam na região. Nos primórdios de Porto Alegre, o bairro era uma zona rural onde se plantava trigo, que era moído em moinhos de vento semelhantes ao lá existente.
É um dos parques mais freqüentados pelos portoalegrenses.
 
   
   
   
   
 
  Morro do Osso
 
O Morro do Osso, com 143 metros de altitude, localiza-se próximo ao Rio Guaíba, na zona sul da cidade, tendo em seu entorno os bairros Tristeza, Ipanema, Camaquã e Cavalhada.
De seu topo descortina-se uma bela vista da zona sul da cidade e do Rio Guaíba.
Seu nome provavelmente deriva do fato de ter sido um cemitério sagrado dos índios Guaranis. Conta-se ainda que ali existiu um quilombo de escravos.
Criado em 1994, o Parque Natural Morro do Osso tem 57 ha de extensão, com ampliação prevista para 114 ha. Seu objetivo é integrar a população da cidade com uma área natural preservada.
No parque encontram-se ambientes de campo pedregoso e de mata, com floresta alta, característica da mata Atlântica, e baixa.
A fauna é rica e diversificada. Ali são encontradas aves, como o pica-pau, o anú-branco, o vira-folhas, o pula-pula, o sabiá-ferreiro, o gaviãozinho e o gavião-rabo-curto. Também existem o bugio-ruivo e o ouriço-cacheiro.
A comunidade próxima está engajada no projeto de preservação do parque, tendo criado a Comissão Permanente em Defesa do Morro do Osso.
O parque dispõe de uma sede, com um auditório para atividades educativas, serviço de guarda-parque e programa de educação ambiental, com visitas orientadas dirigidas a grupos organizados. Aos sábados, domingos e feriados, às 16 hs., o guarda-parque está à disposição dos visitantes, para atividades de acompanhamento. No parque encontram-se ambientes de campo pedregoso e de mata, com floresta alta, característica da mata Atlântica, e baixa.
A fauna é rica e diversificada. Ali são encontradas aves, como o pica-pau, o anú-branco, o vira-folhas, o pula-pula, o sabiá-ferreiro, o gaviãozinho e o gavião-rabo-curto. Também existem o bugio-ruivo e o ouriço-cacheiro.
A comunidade próxima está engajada no projeto de preservação do parque, tendo criado a Comissão Permanente em Defesa do Morro do Osso.
O parque dispõe de uma sede, com um auditório para atividades educativas, serviço de guarda-parque e programa de educação ambiental, com visitas orientadas dirigidas a grupos organizados. Aos sábados, domingos e feriados, às 16 hs., o guarda-parque está à disposição dos visitantes, para atividades de acompanhamento.
Existe uma estrada de terra, que vai da entrada do parque até sua parte mais alta, de onde se descortina uma bela vista da cidade. Se Você quiser conhecer melhor o parque, conheça suas várias trilhas. Visite também a pedra “Pé de Deus”, com quase 3 metros de altura.
Observe no croquis como chegar ao parque. Ele se situa na Rua Irmã Jacobina Veronese, nº 170, em Ipanema.
O Morro do Osso, com 143 metros de altitude, localiza-se próximo ao Rio Guaíba, na zona sul da cidade, tendo em seu entorno os bairros Tristeza, Ipanema, Camaquã e Cavalhada.
De seu topo descortina-se uma bela vista da zona sul da cidade e do Rio Guaíba.
Seu nome provavelmente deriva do fato de ter sido um cemitério sagrado dos índios Guaranis. Conta-se ainda que ali existiu um quilombo de escravos.
Criado em 1994, o Parque Natural Morro do Osso tem 57 ha de extensão, com ampliação prevista para 114 ha. Seu objetivo é integrar a população da cidade com uma área natural preservada.
 
   
   
   
   
 
  Parque Saint Hilaire
 
Situado na RS 040, Km 02 (estrada de Viamão), este parque está a 17 km do Centro da cidade. Possui 11.800 000 m2 sendo 240 ha para lazer e 940 ha para preservação permanente. Sua denominação presta homenagem ao cientista Augustim François Cesar Provensal de Saint Hilaire, viajante e naturalista francês de reconhecimento internacional que viveu muitos anos no Brasil. A infra-estrutura do parque conta com campos de futebol, canchas de bocha, quadras de volei, futebol de salão, pistas de aeromodelismo e patinação, play-ground e aproximadamente 100 churrasqueiras.

fonte: PMPA
 
  Parque Mascarenhas de Moraes
 
Situado no Bairro Humaitá é contornado pelas avenidas Palmira Gobbi, José Aluísio Filho e Engº Felício Lemieszek. Foi oficialmente criado em 1984 e sua área total é de 182.383 m2. Possui uma reserva ecológica de aproximadamente 6 hectares onde habitam muitas espécies da flora e fauna. A ala sul do parque conta com playground e 3 quadras de vôlei; na ala central, localizam-se a administração do parque, canchas de futebol e bocha, quadras de vôlei, futebol sete e quadras polivalente.

fonte: PMPA
 
  Parque Chico Mendes
 
Localizado no Bairro Jardim Leopoldina é contornado pelas ruas Sarg. Sílvio Delmar Hollembach, José Pereira de Borba e Irmão Idefonso Luiz . O parque presta uma homenagem ao notável preservacionista Francisco Alves Mendes Filho, Chico Mendes, líder sindical dos seringueiros e grande defensor da floresta amazônica, assassinado em 1988, no Acre. O parque ocupa 247 mil m2 e situa-se em uma área ainda em fase de consolidação urbana. Apresenta bosque de eucaliptos e uma pequena reserva ecológica constituída basicamente por árvores nativas que asseguram a sobrevivência de diversas espécies da avifauna. Dispõe também de quadra de vôlei, basquete, 2 campos de futebol, 3 canchas de bochas, jogos de mesa, aparelhos de ginástica, pista de cooper, vestiários, playground e área com churrasqueiras. O Memorial Chico Mendes e o anfiteatro ao ar livre se destinam a cerimônias e programações culturais.

fonte: PMPA
 
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